Última ceia
Certamente que para qualquer um de nós, caso nos fosse dado um tempo determinado de vida, gastaríamos muito bem o nosso tempo e estaríamos com quem mais amamos. Foi isso mesmo que Jesus Cristo, o filho de Deus fez: “antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que já era chegada a hora tempo de passar deste mundo para o pai, como havia amado os seus que estavam neste mundo, amou-os até ao fim”. Diante do turbilhão de emoções que passava, Jesus amou, confortou, ensinou e instruiu os seus discípulos, colocando um ênfase específico em cada palavra e acção, que nos servem, hoje, de precioso ensinamento.
Neste cenário, como Judeu exemplar – “cumprindo toda a justiça” - mandou os discípulos preparar um lugar para “sacrificar a páscoa”. Depois de seguidas todas as indicações que Jesus deu acerca do local, estabeleceram-se num cenáculo, na qual se deu a célebre última ceia. Neste último momento de intimidade dos discípulos com Jesus, ressaltam duas coisas muito relevantes para a igreja e o mundo em geral: Jesus lavou os pés aos discípulos e instituiu um novo testamento.
A lavagem dos pés aos discípulos, ocorreu neste contexto, na véspera da sua crucificação, depois de comerem a refeição da páscoa – Cordeiro assado, pães de asmos e ervas amargosas – “Jesus levantou-se da ceia, tirou as vestes, cingiu-se com uma toalha, depois de colocada à água numa bacia, começou por lavar os pés aos discípulos”. De facto, bastante curioso. O que quis Jesus transmitir, naquele momento, aos discípulos e, hoje, a nós? A lavagem dos pés dos discípulos por parte de Jesus, indica-nos, sem dúvida, pelo menos, três coisas importantes: Demonstração de amor até ao final; A importância do serviço; o sacrifício como prefiguração do sacrifício da cruz, pelo qual passou na Sexta-feira de manhã.
Por outro lado, observamos a projecção da instituição de um novo testamento, concretizado pela sua morte, este perpétuo e com melhores promessas que o anterior “tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós”. Jesus apresenta-se inequivocamente como o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, através do seu sangue “Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós”. Estabeleceu uma nova aliança – um novo testamento – pela sua morte, “porque é necessário a morte do testador para haja testamento”.
Hoje, somos salvos pela obediência e fé no seu sangue, como os judeus 1500 anos antes de Cristo confiaram nas instruções de Deus dadas a Moisés, e no dia 14, possivelmente de Abril, sacrificaram um cordeiro, assando-o e colocando o seu sangue nos umbrais das portas. Esta fé e obediência livrou-os da morte, que nessa noite assolou todo o Egipto. Daí “páscoa” significa passar por cima, para além da marca ou poupar.
Assim, em Jesus, caso confiemos no sangue do cordeiro de Deus, os nossos pecados serão perdoados e estaremos livres da morte.
Deus vos abençoe ricamente.
Certamente que para qualquer um de nós, caso nos fosse dado um tempo determinado de vida, gastaríamos muito bem o nosso tempo e estaríamos com quem mais amamos. Foi isso mesmo que Jesus Cristo, o filho de Deus fez: “antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que já era chegada a hora tempo de passar deste mundo para o pai, como havia amado os seus que estavam neste mundo, amou-os até ao fim”. Diante do turbilhão de emoções que passava, Jesus amou, confortou, ensinou e instruiu os seus discípulos, colocando um ênfase específico em cada palavra e acção, que nos servem, hoje, de precioso ensinamento.
Neste cenário, como Judeu exemplar – “cumprindo toda a justiça” - mandou os discípulos preparar um lugar para “sacrificar a páscoa”. Depois de seguidas todas as indicações que Jesus deu acerca do local, estabeleceram-se num cenáculo, na qual se deu a célebre última ceia. Neste último momento de intimidade dos discípulos com Jesus, ressaltam duas coisas muito relevantes para a igreja e o mundo em geral: Jesus lavou os pés aos discípulos e instituiu um novo testamento.
A lavagem dos pés aos discípulos, ocorreu neste contexto, na véspera da sua crucificação, depois de comerem a refeição da páscoa – Cordeiro assado, pães de asmos e ervas amargosas – “Jesus levantou-se da ceia, tirou as vestes, cingiu-se com uma toalha, depois de colocada à água numa bacia, começou por lavar os pés aos discípulos”. De facto, bastante curioso. O que quis Jesus transmitir, naquele momento, aos discípulos e, hoje, a nós? A lavagem dos pés dos discípulos por parte de Jesus, indica-nos, sem dúvida, pelo menos, três coisas importantes: Demonstração de amor até ao final; A importância do serviço; o sacrifício como prefiguração do sacrifício da cruz, pelo qual passou na Sexta-feira de manhã.
Por outro lado, observamos a projecção da instituição de um novo testamento, concretizado pela sua morte, este perpétuo e com melhores promessas que o anterior “tomando o pão, e havendo dado graças, partiu-o, e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que por vós é dado; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós”. Jesus apresenta-se inequivocamente como o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, através do seu sangue “Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós”. Estabeleceu uma nova aliança – um novo testamento – pela sua morte, “porque é necessário a morte do testador para haja testamento”.
Hoje, somos salvos pela obediência e fé no seu sangue, como os judeus 1500 anos antes de Cristo confiaram nas instruções de Deus dadas a Moisés, e no dia 14, possivelmente de Abril, sacrificaram um cordeiro, assando-o e colocando o seu sangue nos umbrais das portas. Esta fé e obediência livrou-os da morte, que nessa noite assolou todo o Egipto. Daí “páscoa” significa passar por cima, para além da marca ou poupar.
Assim, em Jesus, caso confiemos no sangue do cordeiro de Deus, os nossos pecados serão perdoados e estaremos livres da morte.
Deus vos abençoe ricamente.